07:53 - 15/10/2010 - Atrás da mesa:
"Insana. Você não tem o menor juízo, nem temor, nem dor, não tem sensibilidade pelo tomar, brinca com a loucura e a desgraça com mil sorrisos. Mora no céu, sem medo de cair, pula de nuvem em nuvem, escreve com suas lágrimas na esperança de que algum mortal olhe pro seu céu e sorria. Escreve na esperança de ser notada, quando se esconde cada vez mais por trás disso."
Odeio bilhetes anônimos.
E se eu sorrisse enquanto finjo estar aqui? Talvez te animasse, imaginar que eu me importo com alguma coisa, que talvez eu fique pensando em você enquanto imagino dormir.
Talvez. Antes. Sei que sofri muito, não choro mais. Mas também não lembro de quando chorei, talvez antes de ter essa coisa oca, vazia, seca. Impalpável.
Queria te alguma coisa nas mãos.Algo que pudesse segurar, chamar de meu.
Sr. anônimo, estaria mais feliz se eu admitisse?
09:11 - 18/10/2010 - Esquinas de papel dobrado :
"Você quer ter o infinito em você.
O mundo talvez seja pouco e falho demais.
Vista suas asas de papel e tente voar, estarei aqui.
p.s.: Você já me tem nas mãos.Ligue, chame, escreva - tem espaço na casa e no coração, só não se perca de mim"
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
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